Massa artesanal produzida por nós, com mais de 50% de fruta. E o rolinho na chapa, que fez da Ice Cream Roll a maior rede do país.
A massa é despejada na chapa gelada, espalhada, cortada e enrolada à mão. Leva menos de dois minutos e acontece inteiro na frente de quem pediu. Não existe congelador escondido: o sorvete que você come foi feito agora.
Vitrine aberta, massa produzida por nós, receita artesanal. Mângoma de manga e maracujá, Fragola Tropicale, Pistache Dubai, Ferrero Rocher, Torta de Limão. Sabor que se reconhece antes de ler a plaquinha.
A plaquinha na vitrine diz o que tem dentro. Não é slogan de campanha, é o que está escrito na cuba, todos os dias, em todas as lojas.
O cardápio foi desenhado para vender o ano inteiro — inclusive quando esfria. É por isso que a loja não tem baixa estação.
Massa quente na hora, com rolinhos, calda e fruta por cima.
Espresso despejado sobre o gelato. O item que segura o inverno.
Zero açúcar e zero lactose, com a mesma cremosidade.
Cremoso, com chantilly e cobertura por cima.
Feita na loja, crocante, sem embalagem industrial.
Cinco rolinhos, a porção que virou a assinatura da marca.
Mousse de framboesa enrolado na chapa, com chantilly e morango fresco.
Leve, cremoso, com calda de fruta no fundo e chantilly por cima.
Duas camadas de fruta no mesmo copo. Da linha zero, sem abrir mão do sabor.
Quem entra fica olhando. Quem fica olhando filma. É o produto se divulgando sozinho — e o motivo de a loja funcionar em corredor de shopping, onde a vitrine é a própria propaganda.
Em 2017, Roger Rodrigues viu pela primeira vez, numa viagem à Tailândia, um sorvete nascer sobre uma chapa gelada na frente de quem ia comer. Voltou convencido de uma coisa: aquilo não era sobremesa, era espetáculo. A primeira chapa gelou em Indaiatuba, no interior de São Paulo.
O que veio depois foram nove anos de um aprendizado que não se compra pronto — ponto por ponto, praça por praça, entendendo o que faz uma operação de sorvete dar certo num corredor de shopping e o que faz ela tropeçar. Esse conhecimento virou método. Hoje são 85 unidades em pontos estratégicos de norte a sul do país, e a maior rede de sorvete na chapa do Brasil.
Cada loja opera o portfólio inteiro — rolinho, gelato, casquinha artesanal, waffle, café e sobremesa. É esse mix que sustenta o faturamento no verão e no inverno.
Do quiosque de corredor à gelateria com produção própria. O formato muda com o ponto, o investimento e o seu momento — a operação e o padrão de produto são os mesmos.
Corredor de shopping, operação enxuta, vitrine que é a própria propaganda. O menor investimento e o caminho mais rápido para abrir.
Ponto de rua ou loja em shopping, com mesas, café e permanência. Ticket maior e cliente que fica.
Vitrine completa e produção própria de gelato na unidade. O formato que abastece e sustenta a maior margem.
Nove anos de estrada, 85 unidades e um método testado ponto a ponto. Você não entra para descobrir o que funciona — entra para aplicar.